domingo, 4 de março de 2012
Eu deveria estar mais animada. É o começo de uma nova fase da minha vida, estou onde muita gente gostaria de estar.
O ano que se passou foi um dos mais difíceis da minha vida. Tomei escolhas que nunca vou saber se foram certas ou não, e as consequências delas serão levadas comigo pelo resto dos meus dias.
Todas as pessoas que conheci foram importantes, e algumas quero ter como amigas por todo o tempo possível. Não deixarei de dar muita importância pra quem realmente fez diferença. Praticamente tudo se tornou menos difícil por tê-las ao meu lado, seja estudando, morrendo de raiva, se estressando, estudando um pouco mais ou se estressando um pouco mais.
Mas uma hora cada um vai pra um lado, estudar em um lugar diferente. Essa é a merda de fazer um cursinho, quase todo mundo a quem você se apega toma um caminho diferente do seu, e por mais que esteja perto, se distancia de alguma forma.
Entretanto eu jamais vou me esquecer do que fizeram pra mim. Considerei o ano passado como um dos piores da minha vida, e ele só não foi um caos total, eu só não desabei porque tinha amigos comigo. Vou valorizá-los sempre.
Não que não esteja feliz, lógico que estou. Batalhei e consegui o que queria. Mas essa insegurança de não saber o que me espera e quem me espera consegue tomar grande parte do que sinto.
Mas enfim, o ano acabou e tudo mudou. Estou em uma nova universidade, em uma nova casa e com novas pessoas. Pode parecer (e ser) muito estranho, mas eu não quero e nem consigo frequentar festas, me fazer de simpática e de divertida com um monte de gente que não conheço. Eu tenho toda a certeza de que conhecerei pessoas que terão extrema importância na minha vida pessoal e profissional, mas, por enquanto, eu não to a fim de sair pra beber e falar besteira com quem nada sabe do que eu passei e quais caminhos percorri.
Por fim, por mais paradoxal que seja, eu estou sim empolgada pra tudo o que acontecerá. Mas gostaria que o que passou durasse um pouco mais, porque por pior que tenha sido, valeu - e muito - a pena.
O ano que se passou foi um dos mais difíceis da minha vida. Tomei escolhas que nunca vou saber se foram certas ou não, e as consequências delas serão levadas comigo pelo resto dos meus dias.
Todas as pessoas que conheci foram importantes, e algumas quero ter como amigas por todo o tempo possível. Não deixarei de dar muita importância pra quem realmente fez diferença. Praticamente tudo se tornou menos difícil por tê-las ao meu lado, seja estudando, morrendo de raiva, se estressando, estudando um pouco mais ou se estressando um pouco mais.
Mas uma hora cada um vai pra um lado, estudar em um lugar diferente. Essa é a merda de fazer um cursinho, quase todo mundo a quem você se apega toma um caminho diferente do seu, e por mais que esteja perto, se distancia de alguma forma.
Entretanto eu jamais vou me esquecer do que fizeram pra mim. Considerei o ano passado como um dos piores da minha vida, e ele só não foi um caos total, eu só não desabei porque tinha amigos comigo. Vou valorizá-los sempre.
Não que não esteja feliz, lógico que estou. Batalhei e consegui o que queria. Mas essa insegurança de não saber o que me espera e quem me espera consegue tomar grande parte do que sinto.
Mas enfim, o ano acabou e tudo mudou. Estou em uma nova universidade, em uma nova casa e com novas pessoas. Pode parecer (e ser) muito estranho, mas eu não quero e nem consigo frequentar festas, me fazer de simpática e de divertida com um monte de gente que não conheço. Eu tenho toda a certeza de que conhecerei pessoas que terão extrema importância na minha vida pessoal e profissional, mas, por enquanto, eu não to a fim de sair pra beber e falar besteira com quem nada sabe do que eu passei e quais caminhos percorri.
Por fim, por mais paradoxal que seja, eu estou sim empolgada pra tudo o que acontecerá. Mas gostaria que o que passou durasse um pouco mais, porque por pior que tenha sido, valeu - e muito - a pena.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
“Nunca ninguém disse que ele era um grande cachorro. Ele era tão selvagem quanto uma banshee irlandesa e tão forte quanto um touro. Ele atravessava a vida alegremente com um gosto mais frequentemente associado aos desastres naturais. Ele foi o único cão que conheci que foi expulso da escola de adestramento. Marley mastigava almofadas, destruía telas, babava e revirava latas de lixo. Quanto à sua mente, vamos apenas dizer que ele perseguiu seu rabo até o dia em que morreu, aparentemente convencido de que estava a ponto de realizar um grande feito canino.
Uma pessoa pode aprender muito com um cão, mesmo com um cão maluco como o nosso. Marley me ensinou a viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas, aproveitar cada momento e seguir o que diz o coração. Ele me ensinou a apreciar coisas simples – um passeio pelo bosque, uma neve recém caída, uma soneca sob o sol de inverno. E enquanto envelhecia e adoecia, ensinou-me a manter o otimismo diante da adversidade. Principalmente, ele me ensinou sobre a amizade e o altruísmo, e acima de tudo, sobre lealdade incondicional.”
Era um conceito interessante que só então, após a morte dele, eu compreendia inteiramente. Marley como mentor. Como professor e exemplo. Seria possível que um cachorro – qualquer cachorro, mas principalmente um incontrolável e maluco como o nosso – pudesse mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não tinham importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não.
Descobri que tudo estava bem à nossa frente, se apenas pudéssemos ver. Às vezes, era preciso um cachorro com mau hálito, péssimos modos e intenções puras para nos ajudar a ver.
Trecho retirado do livro "Marley e eu"
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Tive minha primeira experiência de como as pessoas são corruptas no país: fiz minha prova de direção.
Eram 7 horas da manhã quando saí de casa, e no caminho o próprio instrutor já fez a pergunta para os alunos sobre quem compraria a carta. Nenhum de nós tinha pagado, e nenhum de nós passou.
Eu não fiquei exatamente brava por ter reprovado, cometi erros. Mas tenho a certeza de que alguns deles não teriam acontecido se a pessoa que estava aplicando o exame fosse ao menos educada comigo. Ao primeiro erro que eu cometi ele já afirmou que eu deveria saber dirigir direito, e após isso falou de algo que eu supostamente estava fazendo de forma incorreta, mas que eu não estava. Até onde eu saiba o dever de um examinador – como o próprio nome diz – é examinar, e não gritar com o examinado e deixá-lo mais nervoso.
Além disso, acho até engraçado ver o detran colocando cada vez mais aulas para quem está tirando a habilitação com o argumento de que assim haverão menos pessoas inconsequentes no trânsito, uma vez que ele mesmo é o responsável por isso. Ele sabe que há suborno, sabe que quem não suborna dificilmente passa, e não faz nada para que algo mude.
Aos poucos estou descobrindo o que é ser brasileira: Entrar na onda da corrupção e fazer vista grossa sobre ela. Me recuso a pagar 400 reais pra ter uma chance de tirar a carta, e o que me deixa mais decepcionada é saber que muitos dos que reclamam que o país está uma merda são os mesmos que dão corda para que fatos como esse aconteçam.
· Embora tenha feito esse texto tentando ser educada e racional, minha vontade de mandar as pessoas corruptas do detran irem tomar no cu ainda é grande, então, recado dado.
domingo, 25 de setembro de 2011
Mais respeito no Rock in Rio, por favor.
Ontem fui postar um comentário no meu facebook sobre a falta de respeito do público com algumas bandas, o que para mim é a única coisa que estraga o evento. Vaiaram no dia 23 a Claudia Leitte e vaiaram ontem o Nx Zero. Com tantas atrações que a cidade do rock tem eu fico me perguntando porque é tão mais legal desprezar o trabalho de alguém ao invés de aproveitar o RIR. Quem comprou o ingresso SABIA quem tocaria no festival, o mínimo que eles DEVERIAM ter feito era calarem a boca.
Enfim, coloquei o comentário e algumas pessoas falaram que é Rock in Lixo, que não toca rock de verdade e etc. Sério mesmo que tem gente que se importa com um nome?! O Rock in Rio tocou rock em edições onde a maioria dessas pessoas que estavam e estão reclamando nem nascidas eram. Além do mais, se fizessem um evento REALMENTE só de rock, duvido que venderia tantos ingressos quanto vendeu.
Querem reclamar que o país não tem um evento para quem é roqueiro, reclamem. Mas não usem isso como justificativa para a falta de respeito com o “ganha pão” dos outros. E vão escutar rock né, porque a maioria desses que tão reclamando nem roqueiros são
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
A comunicação muda
O que nos salva da solidão é a solidão de cada um dos outros. Às vezes, quando duas pessoas estão juntas, apesar de falarem, o que elas comunicam silenciosamente uma à outra é o sentimento de solidão.
Clarice Lispector
Clarice Lispector
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